quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"Eu tenho uma teoria. Os indivíduos se dividem em duas categorias: os ordinários e os extraordinários. Os ordinários são pessoas corretas que vivem na obediência e gostam de ser obedientes. Já os extraordinários são as pessoas que criam alguma coisa nova, todos os que infringem a velha lei, os destruidores. Os primeiros, conservam o mundo como ele é. Os outros, movem o mundo para um objetivo, mesmo que para isso tenham que cometer um crime".

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Natal. Hoje. eeeeeeeee


Esperando o Will terminar de fazer a barba para eu tomar banho.
A escova já está feita, o vestido pendurado no cabide, fora do ármario. As maquiagens?! Todas em cima da cama. Bijoutetias e a câmera estratégicamente posicionadas em cima da comoda.


Amanhã volto e conto como foi a ceia. Agora vou ajudar o Will a terminar a barba. Ansiosa?! Imagina...

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

junto

Diferente. Me sinto assim ultimamente.
Como se algo tivesse mudado aqui dentro, algo que eu queria que tivesse mudado há tempos.
Fiz esforços, tentei analisar as coisas por outros pontos, mas nada me ajudou. Hoje sinto que essa mudança só aconteceu quando realmente tinha qua acontecer. Agora.
Não vou escrever que não há ainda pontos e outras tantas mudanças a acontecer, mas isso só vai se realizar quando tiver que ser. Exatamente como essa última, a que me referi.

O Natal está chegando (faltam apenas dois dias para isso), o ano novo vai brilhar e cá estou eu, relembrando meu blog antigo e esperando que alguém saia do banheiro para eu poder tomar um banho em paz.

O calor está intenso.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

não diga

Eu não sei, não me entendo. Antes não fazia questão de me entender, muito menos compreender.
Mas agora é diferente, não gosto de não entender. Detesto ficar de fora de meus porques!
Ando triste, com um aperto no peito. Derramo lágrimas a torto e a direito, sem nem ter noção de como elas foram parar ali, fora dos meus olhos.
Minha vntade de dizer que amo é imensa, não consigo parar de pensar em dizer que amo.
Medo de perder?! Talvez. Mas esse meu 'te amo', fará com que eu não perca?! Não.
As vezes sinto que sufoco todos. Por essa minha obsessão ou por esse meu medo. Sei lá.

A garganta fecha, o medo bate. Eu choro.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009


Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

retrato

Ela era branca branca branca
Dessa brancura que não se usa mais...
Mas tinha a alma furta-cor
(Mario Quintana)

terça-feira, 7 de julho de 2009

desabafo eterno de uma simples pessoa

Eu simplesmente não sei escolher profissão. Pra demonstrar o quanto sou indecisa escolhi logo três. Sou bacharel em Publicidade e Propaganda, formada em Fotografia Digital e cursando o segundo semestre de Jornalismo. Pois é, escolhi as três profissões mais fudidas e banalizadas do mundo.
Hoje qualquer pessoa é publicitário, faz publicidade, é marketeiro. Para deixar esse meu desabafo ainda mais penoso, relembro o fato de que não se precisa mais do diploma para se intitular jornalista.
Mas o que hoje me deixa nervosa, descabelada, correndo por aí gritando nua é: qualquer um que tem uma câmera digital é fotógrafo.
Estar no lugar certo, na hora certa com uma câmera mais ou menos não faz de você um profissional de imagens. É muito fácil ir para um lugar lindo [praia, campo, rua de paralelepípedos, etc], num dia ensolarado e voltar de lá com uma foto perfeita. Não, isso não faz de você um fotógrafo.
Eu já passei por isso, notei que queria isso para minha vida quando numa viagem à Itamambuca me dei conta que tinha dom pra coisa. Leiam bem: tinha dom pra coisa. Corri atrás, terminei o curso de PP [onde aprendi técnicas de fotografia analógica e sim, aprendi a revelar fotos] e corri para um curso técnico de Fotografia DIGITAL. Estudei, estudei, aprendi técnicas variadas, aprendi a mexer com iluminação, cenário e tudo que se pode imaginar. Isso foi inútil?! Pois eu acho que não.
Fotografar o seu priminho mostrando a língua não faz de você um fotógrafo. NÃO FAZ!
E é isso que me irrita profundamente, o dom, o olhar, o feeling são só algumas das muitas coisas que fazem das pessoas grandes profissionais. Estou longe de ser boa o bastante para parar de estudar, ou para parar de aprender e treinar. Tenho MUITO o que aprender, mas estou aqui para desabafar.

O seu feeling precisa de uma técnica.

terça-feira, 30 de junho de 2009

rotina


Adoro saber tudo que vou fazer, tudo que vai acontecer. Prever tudo, todos os segundos e todos os acontecimentos.
Se uma coisa não sai como o planejado, eu me desespero. Eu entro em depressão profunda que dura em média um dia todo. Se uma pequena coisa muda, alguém toma uma atitude que eu não planejei, pronto, meu mundo caí, eu não estou no comando e isso me deixa extremamente mal.





Morrerei por mais umas 4 horas. Espero que dormindo essa sensação escrota passe.

terça-feira, 28 de abril de 2009

cof cof

Prometo atualizar isso daqui com mais frequencia. Pensando melhor, prometo atualizar, porque eu realmente havia esquecido de você, bloguinho fofo.
Estava usando o Palavra de Melancia mas parei também. Porque será?!?!!?! rs

domingo, 24 de agosto de 2008

Tempo tempo, mano velho...




O tempo passa, o tempo voa e a poupança bamerindus continua numa boa.

sábado, 23 de agosto de 2008

são bolinhas...


É como se eu tivesse tudo. Tudo que importa, tudo que me faz feliz.

Os móveis da sala são daqueles comprados em loja com nome de estado brasileiro. A cozinha a pouco não tinha microondas. O DVD da sala não pega todos os vídeos que eu gostaria. Sou uma fotógrafa sem câmera profissional.

Mas isso não me importa, o que realmente importa é orgulho que sinto do meu pai. O rosto lindo de meu irmão. A felicidade que vejo no rosto de minha mãe toda vez que fazemos algo juntas. Deitados olhando para o céu, meu namorado diz que me ama, ofegante.

É isso que importa, o amor, a felicidade, a confiança e acima de tudo a sinceridade.

O que me faz ser quem sou não é o carro que dirijo [ou quase!], nem os shows que frenquento, muito menos é o dinheiro que gasto. Mas sim, o sentimento de culpa e inferioridade no dia em que beijei o muro com o Ká, as horas de olhos fechados, chorando por ter ouvido uma única música de um artista que admiro, ver a surpresa de uma pessoa a receber um presente meu.


Isso sim faz de mim quem sou. Um ser insignificante e pequeno para alguns, mas alguém importante, que faz parte da vida de tantos outros. :)






Feliz.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

"- I don´t eat fish.
- Why not?
- Fish piss in the sea.
- So do children.
- Don´t eat children, either"

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Adeus internet cruel.

terça-feira, 15 de abril de 2008

please be strangely enigmatic

please be just like my

sábado, 12 de abril de 2008

Pra ser sincero
Não espero de você
Mais do que educação

quarta-feira, 2 de abril de 2008

rs



Era uma banda engraçada.
A cara do Marmelo não nega.
Adoro recordar fotos. rs

Verdade.

Não trate como prioridade aquele que te trata como opção.

sábado, 29 de março de 2008

mariella.

E às vezes, às vezes, eu queria ser que nem Mariella.
Ela pega a cola em bastão e cola os lábios.
Então ela não precisa falar, não precisa falar, não precisa falar.
As pessoas costumam dizer que ela é quieta que nem um rato, mas ela nem liga.

Na escola, Mariella não tinha muitos amigos, as meninas de lá olharam para ela e a acharam um pouco estranha.
Os meninos não gostam muito de meninas nessa idade.
E para os professores, Mariella estava apenas passando por uma fase.
Mas Mariella apenas sorriu e os ignorou, porque ela sabia todos os segredos de seu próprio mundo.

Mariella,
Mariella,
Feliz em seu pequeno mundinho
Feliz em seu pequeno mundinho
E ela diz: "Eu nunca nunca nunca nunca nunca nunca, é, eu nunca nunca nunca nunca nunca, eu nunca nunca nunca nunca nunca irei desgrudar meus lábios."


[Kate Nash - Mariella]

quinta-feira, 27 de março de 2008

Feliz.

Feliz por ser quem sou.
Ter a família maravilhosa que tenho.
Poder ter a honra de ter o amor da minha vida ao meu lado.
Acho que não existe nada que pague tudo isso.
A vida está aí, para ser vivida e com a ajuda deles estou conseguindo viver.
Viver feliz, intensamente e do meu jeito.


Amém.

Amelie está aqui.

Era hora do almoço, por volta de 12:30h.
Avisto ao longe, no portão de minha casa um caminhãozinho amarelo com a seguinte escrita em azul: SEDEX.
Nem terminei de dar a garfada, saí correndo com a chave do grande portão verde na mão. E ja fui logo dizendo, com esse meu jeito abestalhado de ser: É a Amelie?!?
Nosso velho amigo trajando amarelo me pergunta: Você é a Simone Regina Nieves?!?
Acenei que sim e ele terminou dizendo: Então é. rs

Entrando para casa com ela, minha alegria era algo contagiante, claro. A cada durex retirado mais e mais o sorriso se abria. Qnd terminei de abrir a caixa e olhei para ela, o sorriso já não tinha mais tamanho, ocupava quase todo o rosto. Sem brincadeiras.
Mas logo tive que deixar Amelie em cima da cama, e sair em disparado para um dos dias mais corridos da minha vida.
Mas não a deixei sozinha, não. Ela ficou em ótima companhia. Minhas tulipas fizeram sala [ou seria quarto?!], conversaram com ela e explicaram o pq de minha correria.

Quando cheguei em casa minha mãe disse: Si, fiquei curiosa e fui ler o caderno, acredita que chorei?!? Está lindo.
Meu coração saltou...
E cá estou eu, com a Amelie em minhas mãos, em meu colo para ser mais exata. rs
Amanhã será um novo texto, mais peripécias de dona Amelie e dona Sissa. :)